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| Reprodução |
Há um ano o site Atalaia Noticias informou que Sikêra
Jr era considerado um sucesso na RedeTV!. O apresentador de 54 anos
começou a ganhar destaque após a emissora fechar um acordo com a TV A
Crítica e passar a retransmitir nacionalmente o programa Alerta Nacional
antes apresentou Programa na TV Arapuan na Paraíba e foi projetado no
Plantão Alagoas da TV Ponta Verde de Maceió.
A atração popular Na
época chegou a atingir 3 pontos de ibope e 4,4% de participação no
universo de TVs ligadas (share) um fenômeno para o canal. O sucesso foi
tanto que o pernambucano se tornou a segunda maior audiência da RedeTV!
em São Paulo, ficando atrás apenas do Encrenca.
Antes de Sikêra, a
empresa de Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho chegava a registrar
0,5 ponto no horário na Grande São Paulo. Com sua chegada, subiu para
2,1 de média. Na maioria das praças brasileiras o retorno foi o mesmo.
Em Recife, ele multiplicou por sete. No Distrito Federal, por quase
seis.
A sua ausência no comando da atração também era sentida na
audiência. Quando o jornalista testou positivo para Covid-19, no ano
passado, o ibope desabou. Quando saiu de férias, no início deste ano,
também houve um reflexo.
Em junho de 2020 a RedeTV! surpreendeu e
renovou o contrato com Sikêra por sete anos. Porém, ao que tudo indica,
segundo Ricardo Feltrin, do UOL, o fenômeno do canal não é mais o
mesmo. Baseado em apelação e favoritismo ao governo federal, o programa
já perdeu metade do público.
Os 4,4% de TVs ligadas que
sintonizavam se tornaram 2,2%. De 3 pontos, sua média no ibope em São
Paulo, de acordo com Kantar Ibope Media, caiu para 1,5.
Recentemente,
o famoso fez uma declaração polêmica ao dizer que a Covid-19 é
equivalente a gripe H1N1 “com uma baita assessoria de marketing“.
O
comentário esdrúxulo de Sikêra Jr foi compartilhado nos Stories do
Instagram e no Twitter. Em alguns registros na web, ele apareceu sem
máscara dentro de um parque de diversões localizado em Penha, região de
Santa Catarina.
No início da pandemia da Covid-19, o famoso
seguiu o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e garantiu
que o coronavírus era uma “gripezinha”. Semanas