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O ativista conservador e aliado próximo do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Charlie Kirk, foi morto a tiros nesta quarta-feira (10) durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah.
Kirk participava de uma turnê nacional, que previa ao menos 14 encontros em campi universitários ao longo do outono. O evento em Utah era a primeira parada da agenda.
De acordo com testemunhas, o ataque ocorreu de forma repentina. “Um garoto se aproximou e perguntou quantos atiradores transgêneros havia, e Charlie fez outro comentário. Então veio mais uma pergunta sobre atiradores. Antes que ele pudesse responder novamente ao microfone, o disparo aconteceu”, relatou Eva Terry, em entrevista à CNN.
Outra participante, Emma Pitts, descreveu o momento em que o ativista foi atingido. “Depois do disparo, vimos Charlie ficar mole. Seu pescoço se virou e o sangue apareceu imediatamente”, contou. Um vídeo gravado no local mostra Kirk sendo atingido no pescoço antes de recuar em seu assento.
Até o momento, o autor do disparo não foi localizado. A Universidade Utah Valley informou que a investigação está em andamento, com apoio da Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) e do FBI.
A morte de Charlie Kirk foi confirmada pelo ex-presidente Donald Trump, que mais cedo havia pedido orações por ele. Em diversas ocasiões, Trump creditou ao ativista um papel crucial na aproximação de sua campanha com o eleitorado jovem durante as eleições presidenciais.
Líderes políticos também se manifestaram. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, classificou o atentado como “repugnante, vil e repreensível”. “Nos Estados Unidos da América, devemos rejeitar a violência política em TODAS as formas”, afirmou.